Era uma vez...
Deus criou o homem. Em seguida, perguntou a ele:
-- Quer levar uma vida fácil ou
complicada?
-- Vida fácil, Senhor, respondeu o
homem, desconfiado.
-- Está certo. Seja feita a sua vontade.
Após algum tempo, o homem foi até Deus e disse:
-- Senhor, sinto-me só.
Deus, com uma risadinha sarcástica , perguntou:
-- Quer uma mulher, criatura?
-- Sim, Senhor, respondeu o homem sem saber da armadilha que o esperava.
-- Está certo. Vai doer um pouco, mas com o tempo você vai me agradecer. Com licença...
-- Aaaaauu!!!!!! O que está fazendo, Senhor?
-- Tirando uma de suas costelas.
-- Por quê?
-- Pra sempre se lembrar de que a mulher que lhe dei faz parte de você. Pronto. Estava feito. O quê? O casamento, ora pois!
Brincadeiras à parte, casamento não é ofício fácil. Homem e mulher precisam se dedicar. Se não, não dá certo.
Problema? Tem aos montes e pra todos os gostos. As finanças não vão bem? O sonho da casa própria ainda não se tornou realidade? Você quer pescar no feriado; ela, visitar a mãe (sogrona!)? Os filhos são uns capetinhas? A escolinha custa caro? Ela o obriga a lavar louça? A limpar o quintal? A tirar o lixo? Bem-vindo ao casamento.
Entender o significado de casamento é fundamental para o sucesso matrimonial. Ao contrário do que muitos pensam, a mulher não foi criada só para servir ao homem. (Não é porque ele cedeu uma costela que ela tem que viver eternamente em dívida com o macho.) Cumplicidade resume bem a relação conjugal. Parceiros, homem e mulher precisam se ajudar.
A vida é dura. Às vezes, injusta. Torná-la tolerável, menos pesada e mais feliz não é possível sozinho. Caminhar sozinho é difícil. Se você cair, quem o levantará? Se desanimar, quem o incentivará? Entra em cena, então, o cônjuge. É ele o responsável por sabores, risadas e cores na vida do outro. Por dar a mão e caminhar lado a lado. Pelo
ombro e por palavras de conforto enquanto o choro não passa. Por ser representante de Deus. Representante de Deus porque, no casamento, desenvolve-se o maior atributo divino: o amor.
A vida é dura. Às vezes, injusta. Torná-la tolerável, menos pesada e mais feliz não é possível sozinho. Caminhar sozinho é difícil. Se você cair, quem o levantará? Se desanimar, quem o incentivará? Entra em cena, então, o cônjuge. É ele o responsável por sabores, risadas e cores na vida do outro. Por dar a mão e caminhar lado a lado. Pelo
ombro e por palavras de conforto enquanto o choro não passa. Por ser representante de Deus. Representante de Deus porque, no casamento, desenvolve-se o maior atributo divino: o amor.
“Ame o próximo como a ti mesmo”, diz a Bíblia. Quem é mais próximo que o cônjuge?
O ato de os pais levarem os filhos ao altar no dia do casório significa passagem de bastão. Até ali, você foi cuidado. Depois, vai ter de cuidar. E o que é o amor senão cuidado? Casamento é brigar, mas depois fazer as pazes. É errar, mas depois pedir perdão – uma, duas, três... Quantas vezes for preciso. É chorar, mas depois sorrir. É querer sumir, mas depois de 5 minutos se arrepender. É dizer que está de saco cheio, mas depois sentir saudade.
O ato de os pais levarem os filhos ao altar no dia do casório significa passagem de bastão. Até ali, você foi cuidado. Depois, vai ter de cuidar. E o que é o amor senão cuidado? Casamento é brigar, mas depois fazer as pazes. É errar, mas depois pedir perdão – uma, duas, três... Quantas vezes for preciso. É chorar, mas depois sorrir. É querer sumir, mas depois de 5 minutos se arrepender. É dizer que está de saco cheio, mas depois sentir saudade.
Em suma: o documento que assinamos no cartório para legalizar o matrimônio vai além de simples formalidade. Nele, atestamos que cuidaremos um do outro. Serviremos um ao outro. Amaremos um ao outro.
Texto de Alessandro,
Texto de Alessandro,
Via: Blog Salvos pelo Amor